No atual cenário pós pandêmico, criamos mais e diferentes formas de integrar a tecnologia em nosso dia a dia, e no campo acadêmico não poderia ser diferente. O formato presencial perdeu espaço para o digital, inicialmente de forma brusca e por uma necessidade de saúde, mas nos dias atuais percebe-se a importância do EAD e como ele pode ser vantajoso para a área da arquitetura, engenharia e construção, leia neste artigo a Importância do EAD para a área AEC.
Nos últimos anos o processo de inserção da tecnologia na sociedade ocorreu de forma mais acelerada em todos os setores, em decorrência do distanciamento social. Desta forma foram sendo criadas novas formas de interação, sendo o EAD uma das principais. Este modelo permite que a informação chegue a lugares remotos e a pessoas de qualquer faixa etária, além de trazer uma experiência mais rica em defluência do dinamismo e interação que o ensino digital necessita.
Fonte: SPBIM
Principais benefícios do EAD para o AEC
A dinâmica das relações de ensino
As plataformas digitais permitem flexibilidade de horário, local e quantidade de acesso sobre o mesmo material. Tudo isso contribui para que o ensino tenha foco nos estudos, um fator positivo para aqueles que ainda apresentam dificuldade com o EAD, já que essas condescências geram facilidade, consequentemente aumentando o engajamento do aluno com o material.
Mais chances de recolocação no mercado
O EAD vem conquistando espaço, trazendo os profissionais da área de AEC a se atualizarem no trabalho em relação a novas metodologias e ferramentas. Além de esse modelo de ensino ser útil pelo networking ampliado, já que existe a facilidade de conhecer pessoas de diferentes lugares e ótimos professores.
Disponibilidade de recursos
É possível disponibilizar aos estudantes recursos modernos como realidade virtual, realidade mista e realidade aumentada. Isso possibilita que uma turma inteira visite uma versão digital do Taj Mahal e analise a parte arquitetônica sem precisar investir milhares de reais e horas nisso.
Aula de Revit EAD// Fonte: EAD Plataforma SPBIM
O uso de plataformas EAD em empresas
Pensando no campo empresarial, o ensino à distância traz vantagens para a capacitação e equalização do conhecimento dos colaboradores, por isso vem sendo adotado por empresas de todos os ramos. Viabiliza que os treinamentos dos funcionários ocorra com maior frequência e que fiquem sempre disponíveis para serem revisados quando necessário. Na SpBIM já ministramos aulas EAD para empresas através de nosso portal, viabilizando o ensino dos profissionais de organizações como Bamboo Arquitetura e Cury Construtora.
Exemplo de curso para empresas EAD// Fonte: EAD Plataforma SPBIM
Padronização de processos da empresa
Para se obter um serviço de qualidade, processos são necessários de serem implementados com objetivo de minimizar esforços e aumentar resultados simultaneamente. O processo de padronização leva tempo até que todos os funcionários entendam os métodos e práticas a serem realizados, por isso uma plataforma EAD permite que esses processos sejam absorvidos por todos, facilitando assim o dia a dia de trabalho.
Treinamento personalizado
Um dos fatores mais determinantes de um negócio é a qualidade do serviço prestado pelos colaboradores, por isso treinamentos personalizados são necessários a fim de aprimorar conhecimentos técnicos, padronizar condutas e desenvolver soft skills e assim maximizar os resultados da sua equipe. Com o ensino a distância esse treinamento ocorre com mais flexibilidade de horário, data e utilizando um maior número de ferramentas.
Aula de Compatibilização em BIM EAD
Principais benefícios do treinamento EAD
Engajamento da equipe
O envolvimento da equipe no processo, desde o aprendizado a aplicação é um dos pontos benéficos do treinamento, mas quando ele acontece de forma digital permite que o colaboradores engajem entre si, o que não acontece todos os dias na empresa devido a alta demanda de trabalho.
Foco nas suas demandas específicas
É possível utilizar diversos tipos de ferramentas e métodos específicos para as necessidades da sua empresa/time que nem sempre são viáveis no formato presencial.
Conteúdo mais completo
É possível disponibilizar materiais de estudo em paralelo à explicação do professor, além de também poder atualizar a plataforma com informações/notas sobre o conteúdo.
Melhor desempenho a longo prazo
Por ficarem salvas as aulas, o colaborador pode acessar o material sempre que sentir necessidade, facilitando a fixação do conteúdo.
Certificação válida
Ao finalizar o curso os certificados são emitidos de forma online e têm a mesma validade que um físico teria. Traz como vantagem a possibilidade de encaminhar a certificação diretamente para o LinkedIn, podendo fazer uma postagem ou adicionar ao currículo instantaneamente.
Exemplo de certificação em plataforma EAD// Fonte: EAD Plataforma SPBIM
Após analisar todos os benefícios oferecidos ao se utilizar o treinamento EAD, se torna perceptível que a produtividade da equipe cresce em função do engajamento que é aumentado com este sistema de ensino e o foco na demanda específica, além de permitir que o conteúdo seja melhor absorvido, minimiza o tempo que seria gasto com treinamento sem perder qualidade. O conteúdo mais completo e o desempenho a longo prazo garantem a efetividade do curso, por isso ele é bem absorvido e mantido na memória dos colaboradores, já que existe a possibilidade de revisar tudo que foi aprendido sempre que desejado.
Conclusão
O EAD é um facilitador na vida acadêmica, tendo relação com o profissional ou não. Seus inúmeros benefícios vêm aumentando sua popularidade e trazendo um maior número de adeptos e como a área da AEC cresce e inova constantemente, ter uma plataforma EAD que possa auxiliar a renovar esses conhecimentos é extremamente importante para maximizar lucros e resultados.
A ascensão do BIM na última década ao redor do mundo foi inevitável, essa nova maneira de projetar e construir se tornou o futuro para esse ramo. E o Brasil buscando acompanhar o mercado contou com o poder público, portanto neste artigo iremos abordar sobre o uso do BIM em obras públicas.
Após aprovação e publicação oficial do DECRETO BIM (2020), o assunto “BIM” ganhou o “empurrão” necessário para se enraizar na indústria da construção civil, entretanto a aderência ao BIM no Brasil ainda é baixa (segundo o Governo Federal, apenas 5% do PIB da Construção Civil adotam o BIM), e o plano estratégico define a implementação completa até 2028.
Decreto BIM// Fonte: Diário Oficial
Entre as metas estipuladas para implantação do BIM em obras públicas, está a de aumentar em 10 vezes o número de usuários, de forma que 50% do PIB da Construção Civil tenha adotado a metodologia até 2024. As diretrizes sempre oferecem um tempo para a adaptação do mercado, para que as empresas dominem e apliquem os processos com eficiência cada vez maior.
Contudo a indústria da AECO enfrenta dificuldades para a difusão por acreditar que: “tempo de projeto é tempo perdido” quando na verdade, quanto melhor detalhado for o modelo, melhor serão os índices de assertividade tanto no quantitativo quanto na execução do projeto. E isso já se comprova nos diversos países onde o BIM é uma realidade consolidada. A forma de projetar e construir mudou, e com isso os atributos necessários aos profissionais da área também mudaram. Esse tempo de travessia que carrega mudanças, de processos, equipamentos, e estruturas hierárquicas precisa ser realizado com um comprometimento de todo o setor, incentivado e apoiado pelo poder público e privado.
A obrigatoriedade do BIM nas licitações públicas, através das suas características, tem como resultado dificultar significativamente manobras de corrupção/superfaturamento, diminuindo os atrasos por imprevistos de execuções, e reduzindo os aditivos orçamentários entre fase inicial e final de obra.
Visando essa transparência, a implantação exige a apresentação do modelo BIM na proposta de cada um dos concorrentes, evidenciando não só o modelo, como também o planejamento de execução através de simulações do BIM 4D, e apresentando o fluxo de caixa através do BIM 5D. Utilizando todos os elementos para demonstrar uma análise detalhada de risco envolvida na execução do serviço. Não importando a escala do empreendimento, seja ele uma estação de tratamento de água, ou uma escola.
Usos do BIM// Fonte: Caderno de Projetos em BIM
Além de que a normativa prevê a disponibilidade dos Modelos BIM para consulta e pesquisa pelas entidades de classe e tribunais, com plena transparência, e informação em tempo real, com menor custo e maior entendimento sobre o processo.
Assim o setor apresentaria menos desperdícios e retrabalho, o que segundo estudos contratados pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) faria com que o uso do recurso reduzisse o custo em até 20%, se comparado com o atual cenário de licitações e fiscalizações públicas.
IMPLEMENTAÇÃO BIM EM OBRAS PÚBLICAS: SANTA CATARINA
O estado de Santa Catarina foi o primeiro a implantar obrigatoriedade dos modelos BIM em licitações de obras públicas. O Governo do estado através da Gerência de Obras e Manutenção da Secretaria de Saúde de Santa Catarina (GEOMA/SES) licitou a partir do BIM pela primeira vez em 2015, para construção do Instituto de Cardiologia de São José, o projeto pertence ao ATO 9 Arquitetura.
O processo desenvolvido pelo GEOMA/SES para licitar esse projeto, em 2018, resultou no primeiro lugar do 1º Prêmio BIM da Administração Pública, já que a escolha reduziu em quase 30% o valor total da obra.
Segundo a secretaria de estado da saúde de Santa Catarina, o modelo BIM entregue pela ATO 9 Arquitetura realizado no REVIT, foi de extrema importância pois o projeto tinha como uma das maiores condicionantes o levantamento topográfico que previu uma pedra que impossibilitava um terceiro subsolo, e o modelo em BIM ajudou nos diferentes orçamentos para cada uma das soluções previstas.
Instituto de Cardiologia de São José// Fonte: ATO9
Outro grande exemplo de projetos que foram para licitação com base na modelagem BIM foi o aeroporto de Florianópolis, em janeiro de 2018 a Racional Engenharia ganhou uma licitação para construção de um novo terminal e uma readequação de vias de acesso para aeronaves.
A licitação tinha como foco as simulações de planejamento com BIM 4D, e a empresa ganhou o processo com o planejamento de 15 meses, e teve sua entrega em maio de 2019 conforme o planejamento previsto em licitação.
Novo Terminal do Aeroporto Hercílio Luz/ Zurich Airport
A PADRONIZAÇÃO DO BIM NAS OBRAS PÚBLICAS NO BRASIL
Apesar dos diversos manuais que definem o projetar em BIM, como o recém publicado (junho de 2020), “CADERNO DE PROJETOS EM BIM” feito pelo departamento de Habitação da Prefeitura de São Paulo, no Brasil ainda não existem leis específicas para regulamentar um método padrão para os modelagem/modelos em BIM.
Contudo existem cinco normas desenvolvidas pela ABNT/CEE, que ainda não são obrigatórias, mas são voltadas para padronização e Modelagem de Informação da Construção:
ABNT NBR ISO 12006-2:2018 Construção de edificação — Organização de informação da construção. Parte 2: Estrutura para classificação de informação;
Fala sobre o desenvolvimento de sistemas de classificação do ambiente construído. Identifica um conjunto de títulos de tabelas de classificação, recomendadas para uma variedade de classes de objetos da construção, de acordo com pontos de vista diversos e particulares, por exemplo, pela forma ou pela função. Apresenta também como as classes dos objetos, em cada tabela, estão relacionadas como uma série de sistemas e subsistemas, por exemplo, em um modelo de informação da construção.
ABNT NBR 15965-1:2011 Sistema de classificação da informação da construção. Parte 1: Terminologia e estrutura;
Define a terminologia, os princípios do sistema de classificação e os grupos de classificação para o planejamento, projeto, gerenciamento, obra, operação e manutenção de empreendimentos da construção civil.
ABNT NBR 15965-2:2012 Sistema de classificação da informação da construção. Parte 2: Características dos objetos da construção;
Assim como a ABNT NBR 15965-1:2011, ela também define terminologia, entretanto seu foco é na caracterização/parâmetros dos objetos.
ABNT NBR 15965-3:2014 – Sistema de classificação da informação da construção. Parte 3: Processos da construção;
Define a estrutura de classificação que os processos da construção, para aplicação na tecnologia de modelagem da informação da construção, pela indústria de Arquitetura, Engenharia e Construção (AEC).
ABNT NBR 15965-7:2015 – Sistema de classificação da informação da construção. Parte 7: Informação da construção.
Apresenta a estrutura de classificação que define as informações (ou dados referenciados e utilizados durante o processo de criação e manutenção de um objeto construído) para aplicação na tecnologia de modelagem da informação da construção, pela indústria de Arquitetura, Engenharia e Construção (AEC).
Para um implantação e implementação efetiva no país, a padronização é crucial, para que os projetos realizados em território nacional tenham uma qualidade reconhecida e possam ser devidamente regulamentados nos mais diversos âmbitos que o tocam, desde a concepção até a administração da vida útil do empreendimento.
CONCLUSÃO:
A implementação do BIM em obras públicas tende a ser uma das maiores conquistas do setor AECO, já que a sua obrigatoriedade será um fator importante para acelerar a implantação do BIM no Brasil, além de facilitar na detecção de erros ainda na fase projetual, resultando em grande economia de tempo, recursos e custos, transparecendo todas as possíveis fraudes e corrupções por trás dos públicos.
Um dos grandes mitos circundando o BIM é o de que esse método é útil somente em estágios mais avançados de projeto, como a execução , orçamento dentre outros, porém isso não é verdade. O método BIM se torna extremamente útil em estudos de viabilidade e compreensão. Neste artigo vamos falar sobre BIM para Estudos de Viabilidade e Concepção
Fonte: Zigurat
Na fase inicial de qualquer projeto, é necessária a junção de diversas informações, fornecidas por fontes distintas, dimensões de terreno, localização, topografia, diretrizes do cliente e legislações, são exemplos. No método convencional essas informações estariam armazenadas em diferentes locais e teriam que ser checadas constantemente, no BIM é possível conglomerar tudo num mesmo lugar de diversas maneiras, e gerar outros dados como resultados desse. Com a localização, por exemplo, pode-se estabelecer estudos de insolação, ventos, e permite ao projetista compreender as dinâmicas relativas à edificação, antecipando soluções, tornando o processo criativo mais eficiente.
Fonte: Autodesk
As definições feitas nas fases iniciais, de levantamento e concepção, são cruciais para o andamento do projeto, e possibilitam as principais prospecções para planejamento. A dinamicidade da modelagem BIM, que permite a concepção em 2D e 3D simultaneamente, com informações já inseridas aceleram e aprimoram esse processo.
Outra vantagem, intrínseca a metodologia BIM num geral, é a colaboração, a possibilidade de trabalho simultâneo. O conceito pode ser definido enquanto o modelo é alimentado de informações de entorno, e as diferentes disciplinas envolvidas podem buscar a solução ideal levando e utilizando toda e qualquer informação pertinente, valorizando-a e tornando o projeto o melhor fruto possível nas condições em que se insere, e nas premissas estipuladas pelo cliente.
Fonte: SPBIM
Para os especialistas no uso do BIM, existe também a possibilidade de criar parâmetros com as informações recebidas, evitando erros de concepção, sejam referentes a questões legais, quanto baseado em diretrizes específicas de clientes ou fornecedores. O pensamento técnico e criativo dos profissionais da construção é otimizado e refinado, gerando um resultado excepcional.
Existe uma gama extensa de softwares BIM cada um com suas características peculiares, que podem atender as mais diversas problemáticas nesse processo. A vantagem nesse universo, é a diversidade de alternativas que podem ser lidas na mesma linguagem, o IFC. Nada é descartado, pode-se alternar e/ou combinar ferramentas e tirar o máximo proveito.
Conclusão
Conclui-se que o BIM abrange todo ciclo de vida da edificação, desde sua concepção, e não apenas atende às expectativas, mas supera as metodologias tradicionais. Os profissionais da construção devem ter como missão o aperfeiçoamento constante, para se inserirem nas novas tendências do mercado e terem destaque.
Diferente do que muitas pessoas pensam, o modelo BIM pode ser implementado e ajudar em praticamente todos os processos de um projeto, podendo ser aplicado ao início do projeto com a fase de demarcação e levantamento de informações sobre o terreno em que o projeto será executado, sendo assim, a implementação e modernização de técnicas como o georreferenciamento de terrenos só traz benefícios ao meio como um todo.
Fonte : Blog da CPE Tecnologia
O que é o Georreferenciamento?
A prática consiste em medir e registrar os lotes por meio de medições manuais em solo ou até por drones que fazem a medição aérea.
Portanto o resultado dessas medições é um polígono com medidas exatas dos limites do terreno em questão, esse método é adotado para que ocorram menos erros no momento do projeto, já que muitos terrenos, principalmente rurais, se encontram com registros antigos e desatualizados.
O georreferenciamento visa reduzir erros que a equipe de projetos ou de execução possa encontrar no terreno. Sendo assim essa prática é obrigatória em casos de compra, venda , parcelamento, desmembramento, registro em cartório , etc.
Corte Tridimensional no Revit (MASP) da Arquiteta Lina Bo Bardi / Fonte: Autor
Como o BIM se relaciona com o Georreferenciamento?
Em geral, os softwares utilizados para modelagem BIM – seja Revit, Archicad, Tekla, entre outros – incluem dentro de suas funcionalidades a possibilidade de posicionar geograficamente seu modelo, aumentando a acurácia da representação digital do empreendimento seja para análises energéticas, de exposição solar e de ocupação do solo.
A integração do modelo com o georreferenciamento integra as informações levantadas no campo e possibilita um modelo desenvolvido da sua concepção até a fase de execução compatibilizado com os limites corretos e a validação geográfica dele.
Essa relação do modelo com o georreferenciamento é mais uma das inúmeras comprovações de que a metodologia BIM realmente possibilita simular, analisar, prever e se preparar para todos os eventos que possam ocorrer em um empreendimento.
A Matterport é uma empresa que utiliza o mapeamento de dados espaciais (captura 3D) como forma de digitalizar e imergir no mundo construído. Para isso utiliza equipamentos para elaboração de tour virtual, fotos em 360º e pequenos vídeos, capturando as informações do ambiente e as transformando em um tour de 360 graus ou nuvem de pontos (point clouds).
A IMPORTANCIA DA NUVEM DE PONTOS (POINT CLOUDS)
As nuvens de pontos (Point Clouds) é uma varredura feita por scanner que forma milhares de pontos de um espaço físico real gerando uma leitura tridimensional do espaço lido pelo scanner. Há a possibilidade de utilizar esta varredura dentro de softwares como Revit e Archicad e navegar através de vistas e cortes para modelar tendo a nuvem como base. Desta forma temos uma modelagem mais fidedigna com relação as medidas do espaço construído.
A partir do mapeamento dos dados espaciais do local, é possível utiliza-lo para diversos recursos da Matterport, como:
Fonte: Serviços Matterport | Matterport
PLANTA ESQUEMÁTICA
Este recurso gera plantas baixas em preto e branco prontas para desenvolver estudos preliminares e auxiliando em projetos que necessitam prioritariamente de medidas internas, como projetos de interiores (BIM para Interiores) por exemplo. Dispensando a fita métrica e aproveitando os dados capturados para produzir um esquema 2D (Documentação no BIM) que mostra a propriedade.
FONTE: PLANTA ESQUEMATICA SPBIM LEVANTAMENTO EM BIM | SPBIM
PREÇOS E ESTIMATIVAS
Esta estimativa serve apenas como um guia. Opções de configuração adicionais podem afetar o preço final. As plantas esquemáticas não estão disponíveis para espaços com mais de 25.000 pés² (2300 m²) até a data deste artigo em 2021.
Preço: $ 14,99 | *R$ 83,45 real BRASILEIRO
*OBS: VALORES ATUALIZADOS CONFORME DOLAR DE MERCADO. DATA DO ARTIGO: 09/12/2021
DETALHES
As plantas baixas esquemáticas são um mecanismo essencial para atrair compradores. Quando você encomenda uma planta baixa da Matterport (Quem é a Matterport), logo todo tempo gasto nas medições representa um ganho significativo, uma vez que basta digitalizar para que você receba uma planta baixa pronta para usar, sem ter que medir todo o local manualmente novamente e diversas vezes como no método tradicional. Existe a possibilidade de personalizar as plantas baixas, gerar arquivos vetoriais (SVG), o que permite uma edição da planta sem perda de nível de detalhes da imagem.
PADRÕES DE MEDIÇÃO
As plantas baixas serão medidas com base nos padrões especificados no International Property Measurement Standards (IPMS). Os edifícios residenciais são medidos de acordo com os padrões residenciais 3B do IPMS, com a exceção de que a área do piso das varandas e pátios são declarados separadamente do resto do edifício. Os espaços de escritório são medidos de acordo com os padrões do IPMS Office. É necessário verificar se as plantas baixas atendem os requisitos e casos locais se houver algum padrão especifico.
PRÁTICAS DE DIGITALIZAÇÃO
Para maximizar a precisão do levantamento, é necessário examinar todas os ambientes completamente e evitar o desalinhamento ou objetos que possam impedir ou interferir na leitura do local como espelhos, janelas e maquinários por exemplo.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
Todas os nomes dos ambientes são fornecidos em inglês.
As plantas baixas são entregues como arquivos PNG, PDF e SVG.
Espaços criados com uma câmera de profundidade ativa, como Matterport Pro, Pro2, Pro2 Lite ou Leica BLK360, fornecerão os resultados mais precisos. Os espaços criados a partir de câmeras 360 (família Ricoh Theta, família Insta360 ONE) ou dispositivos móveis iOS ou Android contam com profundidade sintetizada e podem ser menos precisos.
A precisão depende de muitos fatores (ambiente, densidade de digitalização, câmeras usadas).
Espaços com mais de 10k ft² (929 m²) e menos de 25k ft² (2300 m²) são cobrados como dois pedidos.
As plantas esquemáticas não estão disponíveis para espaços com mais de 25k ft² (2300 m²).
Documentos
O MatterPak é um conjunto de arquivos para download e exportáveis gerados a partir de dados Matterport 3D (Nuvem de pontos) utilizados por arquitetos, construtoras, desenvolvedores e profissionais de design em softwares como no Recap, Civil 3D,Revit, Archicad, Sketchup, Vectorwoks, Infraworks, Dynamo, Grasshopper, Rhinoceros, . Os arquivos podem ser importados para uma infinidade de programas para iniciar seu processo de design, desenvolvimento ou gerenciamento.
FONTE: NUVEM DE PONTOS DO MATTERPAK LEVANTAMENTO EM BIM REALIZADO PELA SPBIM NO RECAP | SPBIM
PREÇOS
Preço
$ 49,00 | *R$ 274,35 REAL BRASILEIRO
*OBS: VALORES ATUALIZADOS CONFORME DOLAR DE MERCADO. DATA DO ARTIGO: 09/12/2021
O QUE É O PACOTE MATTERPAK?
O MatterPak Bundle é um conjunto de arquivos que você pode baixar e importar para programas de terceiros. Neste pacote você encontrara:
Nuvem de pontos coloridos (.XYZ)
Imagem refletida da planta do teto
(.JPG) vários arquivos se vários andares
(.PDF) todos os andares em um arquivo
Imagem da planta baixa de alta resolução (esta NÃO é a planta baixa esquemática). É semelhante à imagem da planta baixa, mas do chão.
(.JPG) vários arquivos se vários andares
(.PDF) todos os andares em um arquivo
Arquivo de malha 3D (.OBJ) incluindo os arquivos de imagem de mapa de textura necessários (.JPG)
PLANTA BAIXA E PLANTA DE FORRO DA NUVEM DE PONTOS EM BIM LEVANTADOS PELA SPBIM PARA CORPORATIVO / Fonte: SPBIM
Gerados a partir de modelos 3D Matterport, que designers, arquitetos, engenheiros e profissionais de construção podem usar para iniciar projetos de design ou podem ser importados para programas de terceiros (como em softwares de modelagem 3D, BIM e CAD: 3ds max , ReCap, Revit ou AutoCAD).
NUVEM DE PONTOS EM BIM LEVANTADOS PELA SPBIM PARA CORPORATIVO COM MATTERPORT NO RECAP DA AUTODESK | SPBIM
A SEGUIR TUTORIAL PARA FAZER DONWLOAD DO MODELO DE CORTESIA OFERTADO PELA MATTEPORT
Selecione o espaço do qual deseja pedir um pacote Matterpak ™
Quando o espaço abrir no Showcase, clique na guia Add-Ons e , em seguida, clique no cartão Matterpak
NUVEM DE PONTOS NO RECAP | MATTERPORT | SPBIM
Esses arquivos estão disponíveis para download instantâneo assim que o modelo for processado e podem ser armazenados em seu dispositivo local ou armazenamento em nuvem, bem como acesso a qualquer momento em: my.matterport.com. Arquitetos e engenheiros podem usar a nuvem de pontos para criar rapidamente um modelo executado e iniciar seus projetos. Os profissionais de construção podem usar as imagens da planta do teto e da planta baixa para documentação ou usar a nuvem de pontos como parte do processo de QA / QC.
IMPORTANTE
Este recurso não está disponível para todos os equipamentos de varredura 3D. Os modelos devem conter apenas digitalizações (visualizações em 3D e 360) de uma câmera Matterport Pro, Pro2, Pro2 Lite ou Leica BLK360 para poder baixar um pacote Matterpak.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Nuvem de pontos MatterPak (.xyz) e escala .OBJ: 1 unidade = 1 metro.
Disponível para todos os planos, exceto Gratuito e Starter.
Apenas administradores e colaboradores com acesso de editor podem comprar MatterPaks.
QUÃO PRECISAS SÃO AS DIMENSÕES NOS ESPAÇOS MATTERPORT?
As medições no Matterport são geralmente precisas em condições normais de operação. A descalibração, temperaturas anormais e outros fatores podem resultar em precisão reduzida.
Por exemplo, em uma sala de 10 pés (3 m) de comprimento, as medições podem variar dentro de 1,2 pol (3 cm) do real.
Além disso, objetos menores que 2,5 cm (APROXIMADAMENTE 1 POLEGADA) em qualquer dimensão podem não aparecer. Isso também se aplica a objetos muito brilhantes ou muito escuros.
NUVEM DE PONTOS EM BIM LEVANTADOS PELA SPBIM PARA CORPORATIVO COM MATTERPORT NO RECAP DA AUTODESK | SPBIM
COMO REALIZAR MEDIÇÃO NO MATTERPORT
Você pode usar a ferramenta de medição para encontrar as dimensões de objetos e salas. Embora você possa ver cada uma dessas medidas dentro do Modo de Edição, elas não aparecerão no modo 3D Showcase (Exibição) para ver as dimensões medidas, você terá que mudar para isométrico ou Floorplan View (visualização em planta).
A SEGUIR UM TUTORIAL DE COMO MEDIR UM OBJETO:
Acesse my.matterport.com.
Selecione o espaço do qual deseja fazer as medições.
Mude para o modo Workshop.
Para fazer isso, clique no botão “Editar” no canto superior direito da janela.
Clique no ícone “Medidas” na caixa de ferramentas à direita.
Clique no ícone adicionar no meio da janela
Isso converterá seu cursor em uma esfera de posicionamento.
6. Clique uma vez para escolher o ponto de partida de sua medição.
Assim que o primeiro clique for iniciado, seu ícone criará uma linha amarela que será paralela às linhas na sala ou objeto.
7. Clique uma segunda vez para encerrar sua medição – sua medição será visualmente representada como uma linha entre os dois pontos de medição
Clique novamente para iniciar uma terceira medição.
TUTORIAL DE COMO MEDIA AMBIENTES
Acesse my.matterport.com.
Selecione o espaço do qual deseja fazer as medições.
Mude para o modo de edição.
Para fazer isso, clique no ícone de lápis no canto superior esquerdo da janela.
O Matterport torna a linha perpendicular as paredes automaticamente, isso torna a medição mais precisa e economiza tempo.
DISTRIBUIÇÃO DE CONTEÚDO PARA IMÓVEIS
A distribuição de conteúdo é uma maneira estratégica de seus modelos Matterport obterem mais visibilidade. Com a distribuição de conteúdo, seus modelos 3D aparecem automaticamente em sites de parceiros.
Por exemplo, uma listagem de casa em realtor.com, usando o Matterport para escanear a casa, certificando-se de que seu modelo tem o mesmo endereço da listagem. Por meio de um feed diário automatizado da Matterport, o realtor.com descobrirá que há um Espaço para esse endereço e anexará o modelo 3D à lista correta.
Esta é a aparência do modelo 3D no aplicativo móvel da realtor.com – observe o botão “Visualizar passeio em 3D” na imagem abaixo:
FONTE: APLICATIVO DA MATTERPORT | REALTOR.COM
Esta é a aparência do link para o modelo 3D na página da web do realtor.com. Observe o botão “Visualização 3D” no canto inferior direito da imagem.
FONTE: SITE | REALTOR.COM
Para o setor imobiliário, a distribuição de conteúdo é importante porque expande o número de pessoas que estão explorando e desfrutando de um modelo da Matterport, ampliando assim seus compradores em potencial.
A distribuição de conteúdo é um processo fácil:
Digitalize um modelo Matterport.
Adicione um endereço e selecione na lista de preenchimento automático.
Aceite a distribuição de conteúdo.
TUTORIAL DE COMO ATIVAR NO NÍVEL DA CONTA
É possível definir padrões de nível de conta para distribuição de conteúdo para ativar ou desativar todos os seus modelos. Posteriormente, você pode substituir essas configurações para um modelo individual.
Clique em “Gerenciar” no menu suspenso “Conta” à esquerda.
Role até a seção Distribuição de conteúdo habilitada.
Alterne a chave para “on” (mova-o para a direita).
Modelos individuais opt-in ou opt-out
Você também pode ativar ou desativar no nível do modelo individual. Isso é útil se sua conta for composta principalmente de imóveis residenciais, mas você também tiver vários modelos com distribuição mais limitada.
Apenas os modelos que são públicos são incluídos em nosso feed para nossos parceiros de distribuição.
Selecione “Add-ons” nas guias acima da janela do Showcase.
Clique no cartão Distribuição de conteúdo para bens imobiliários.
TruePlan ™ para Xactimate®
O TruePlan elimina a necessidade de modelar manualmente, acelerando o processo volumétrico. Um modelo Matterport 3D junto com TruePlan permite que você faça estimativas e envie revisões 100% remotamente, ganhando praticidade e tempo.
ESTIMATIVAS DE PREÇOS
Esta tabela serve apenas como um guia. Configurações adicionais podem afetar o preço final. Os TruePlans não estão disponíveis para espaços com mais de 25.000 pés² (2300 m²).
PREÇO
$ 79,00 <999 pés² (*R$443,38 <99m²)
$ 159,00 1K-4K pés² (*R$892,37 100-371m²)
$ 389,00 4K-10K pés² (*R$2.183,22 371-929m²)
$ 799,00 > 10K pés² (*R$4.484,31>929m²)
*OBS: VALORES ATUALIZADOS CONFORME DOLAR DE MERCADO. DATA DO ARTIGO: 09/12/2021
Matterport TruePlan é um arquivo para download gerado a partir de um modelo Matterport e carregado no Xactimate. Nele é possível retirar um modelo completo e preciso compatível com o Xactimate.
BENEFÍCIOS DO TRUEPLAN
Produto chave na mão
Medidas precisas conforme construídas
Documentação Consistente
Com elementos construtivos, como tipo de janela, tipo de piso identificados
PARA QUEM É O TRUEPLAN DA MATTERPORT?
O TruePlan pode ser usado para ajudar no processo de estimativa quando uma pessoa está tentando entender o escopo de uma perda de propriedade e o custo estimado da restauração dessa propriedade. Os esboços da Xactimate são usados em todo o processo de estudo preliminar. Além disso o TruePlan pode ser usado para ajudar a entender as condições de uma propriedade quando uma reclamação é registrada e um projeto de restauração começa.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Todos os Matterport TruePlan são entregues como arquivos SKX.
TruePlans não estão disponíveis para espaços com mais de 25k pés² (2300 m²).
Os modelos devem conter apenas digitalizações (visualizações em 3D e 360) de um Matterport Pro, Pro2, Pro2 Lite ou Leica BLK360.
PUBLICAÇÃO VRBO E HOMEAWAY 360
Esse recurso é uma ótima maneira para proprietários de imóveis e apps de imóveis de aluguel por temporada melhorarem suas listagens, gerarem mais interesse em suas propriedades e conseguirem mais reservas. Um tour 3D em sua listagem Vrbo permite que os hóspedes vivenciem sua propriedade como se realmente estivessem lá, semelhante ao distribuidor de conteúdo para imóveis.
PREÇOS
Este add-on está incluído sem nenhum custo extra nos planos de assinatura da Matterport
Informações adicionais
O processamento no Vrbo pode levar até 12 horas.
Se você excluir ou arquivar seu modelo em my.matterport.com, o tour no Vrbo não será afetado.
Este serviço é aplicável apenas a listagens localizadas nos Estados Unidos.
GOOGLE STREET VIEW
Com este recurso é possível colocar o levantamento 3D no mapa e com a integração do Google Street View da Matterport torna a publicação do seu espaço fácil para que ele possa atingir um público ainda maior.
Essa integração automatiza o processo demorado de capturar e conectar panoramas individuais de 360˚. Com o Matterport e o Google Street View, qualquer pessoa pode ver o estabelecimento a qualquer hora
PREÇOS
Este add-on está incluído nos planos de assinatura da Matterport por um tempo limitado.
Informações adicionais
publicados no Google Street View.
Todas as imagens e conexões devem estar disponíveis no Google Maps, Earth e Street View dentro de 24 a 48 horas.
Casas particulares (imóveis residenciais) não podem ser publicadas no Google Street View.
Arquivo BIM
O Arquivo BIM possibilita que transforme os dados espaciais em um modelo de informação de construção (BIM) LOD 200 nos formatos RVT e DWG,
FONTE: MODELO DO ARQUIVO BIM DA MATTERPORT | MATTERPORT
Há a possibilidade de incluir um ou todos os seguintes escopos de produto:
Os móveis incluem escrivaninhas, mesas, armários, estantes, cadeiras, assentos, eletrodomésticos e alguns acessórios de parede visíveis.
MEP inclui dutos HVAC visíveis, acessórios de encanamento, tubos, tomadas de energia / dados e alguns conduítes.
Os modelos não são desenvolvidos seguidos de um BIM Mandate (Manual de BIM) da empresa e não seguem diretrizes do PEB (Plano de Execução BIM).
Os modelo não são desenvolvidos na base de um template BIM ou biblioteca BIM (Showroom), ou em outras plataformas como Archicad, Sketchup e Vectorworks por exemplo.
A oferta padrão está disponível apenas para espaços de até 50K pés² (4.645,152m²). A estimativa de preço pode mudar assim que a área m² final for calculada durante a criação do arquivo BIM.
ARQUITETURA BÁSICA
PREÇO (PADRÃO)
$ 245 <1K pés² (*R$1.371,75 <93m²)
$ 750 1K-5K pés² (*R$4.199,25 93-464,5)
$ 1.750 5K-10K pé² (*R$9.798,25 464,5-929m²)
$ 3.500 10K-25K pés² (*R$19.596,50 929-2.322m²)
$ 6.800 > 25K pés² (*R$38.073,20 >2.322m²)
MÓVEIS DE INTERIOR PREÇO (INCLUI ARQUITETURA)
$ 420 <1K pés² (*R$2.351,58 <93m²)
$ 1.050 1K-5K pés² (*R$5.878,95 93-464,5)
$ 2.100 5K-10K pés² (*R$11.757,90 464,5-929m²)
$ 4.375 10K-25K pés² (*R$24.495,62 929-2.322m²)
$ 8.840 > 25K pés² (*R$49.495,16 >2.322m²)
MEP PREÇO (INCLUI ARQUITETURA)
$ 620 <1K pés² (*R$3.471,38 <93m²)
$ 1.500 1K-5K pés² (*R$8.398,50 93-464,5)
$ 2.450 5K-10K pés² (*R$13.717,55 464,5-929m²)
$ 4.900 10K-25K pés² (*R$27.435,10 929-2.322m²)
$ 10.200 > 25K pés² (*R$57.109,80 >2.322m²)
MEP E MÓVEIS DE INTERIOR PREÇO (INCLUI ARQUITETURA)
$ 680 <1K pés² (*R$3.807,32 <93m²)
$ 1.840 1K-5K pés² (*R$10.302,16 93-464,5)
$ 2.800 5K-10K pés² (*R$15.677,20 464,5-929m²)
$ 5.950 10K-25K pés² (*R$33.314,05 929-2.322m²)
$ 12.240 > 25K pés² (*R$68.531,76 >2.322m²)
*OBS: VALORES ATUALIZADOS CONFORME DOLAR DE MERCADO. DATA DO ARTIGO: 09/12/2021
ARQUIVOS INCLUÍDOS
Arquivo RVT (compatível com Revit 2020/2021)
Arquivo DWG (por andar)
TIPOS DE ESPAÇO
Atualmente é aceito a maioria dos tipos de espaços, como escritórios, residências, hotéis, hospitais, espaços de varejo, instalações acadêmicas, institucionais e de armazenamento. Certos tipos de espaço podem ser considerados “consideração especial” devido aos seus elementos únicos ou complexos (ou seja, salas mecânicas, centros de dados, depósitos de distribuição, entre outros).
CÂMERAS E PRÁTICAS DE DIGITALIZAÇÃO: Este produto está disponível apenas para espaços capturados com câmeras Matterport Pro 2 ou BLK. A fim de maximizar a precisão do seu BIM, é necessária uma varredura completa no espaço usando uma boa digitalização para evitar o desalinhamento ou áreas ausentes.
CONCLUSÃO
As ferramentas apresentadas neste artigo são funções da Matterport que demonstram a versatilidade e principalmente a praticidade de se trabalhar com um levantamento feito por scanner. A nuvem de pontos gera possibilidades de imersão para o usuário, além de auxiliar no desenvolvimento do projeto, uma vez que a nuvem de pontos possui precisão para demonstrar a realidade executada, desviando de possíveis falhas humanas de leitura. Além da modelagem, o levantamento demonstra uma possibilidade de conectar usuário e projetista com os ambientes do projeto, de forma online, com isso temos uma praticidade de conferir informações e uma velocidade de desenvolvimento do projeto muito maior. Unido ao BIM, estes levantamentos conseguem acelerar o processo e garantir a veracidade e qualidades do levantamento no BIM.
Com o crescimento do BIM em diversas áreas e setores da indústria da AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção) já estão adotando e implantando/implementando o BIM em suas empresas/escritórios, sendo assim muitos escritórios de diversos portes (tamanhos) com projetos de diferentes escalas estão em busca de como implantar/implementar a metodologia BIM de um modo gradual e seguro, assim acompanhando a tendência do mercado e criando mais agilidade e economia em seus projetos, neste artigo indicaremos medidas gerais que escritórios podem adotar para alcançar esse objetivo.
Corte Tridimensional no Revit (MASP) da Arquiteta Lina Bo Bardi / Fonte: SpBIM
O sistema BIM demonstra diversas vantagens desde a concepção do projeto até sua fase de execução (projeto executivo), independentemente do nível de detalhe e o desenvolvimento esperado (LOD), com isso, no BIM podemos sugerir que o primeiro passo para o sucesso da implantação/implementação BIM em seu escritório necessita inicialmente de uma avaliação (Check up BIM) e apontamento para qual área ou processo projetual o BIM seria implantado/implementado, consequentemente o próximo passo seria um planejamento BIM direcionado execução e fase de testes, definindo as responsabilidades e tarefas (atividades) a serem conquistadas, neste ponto, é de extrema importância que os funcionários e colaboradores do escritório estejam cientes de suas atividades individuais e produtos a serem entregues dentro do modelo BIM, dedicar parte do tempo para projetos e parte para a implantação do BIM, seja para modelagem BIM (BIM 3D) planejamento e cronograma (BIM 4D), Custo (BIM 5D), Sustentabilidade (BIM 6D) e/ou manutenção e operação (BIM 7D).
Dimensões do BIM / Fonte: SpBIM
Muitos clientes da SPBIM perguntam a diferença entre implantação e implementação, e conduzimos de uma maneira simples: Implantação BIM: quando surge pela primeira vez o ato de implantar uma ideia, metodologia ou processo BIM.
Implementação BIM: dar continuidade a um processo no qual já foi iniciado alguma iniciativa de implantação BIM, por exemplo um escritório que já utilizou/utiliza alguma ferramenta/solução BIM e pretende substitui-la ou aprimora o processo interno com automação (Parametrização no BIM), template, biblioteca BIM ou criação e elaboração de objetos paramétricos.
Diretor Geral e Consultor BIM Julio Cesar Farias / Fonte: SpBIM
De maneira resumida orientamos seguir a seguinte ordens cronológicas: 1) Capacitação (Curso de BIM, conhecimento básico e intermediário da ferramenta BIM escolhida como o Revit, Archicad ou Sketchup por exemplo);
2) Template (desenvolvimento interno por um profissional com experiencia em projetos executivos em BIM e na plataforma escolhida ou uma empresa especializada capaz de desenvolver a customização desejada);
3) Consultoria BIM (acompanhamento pós treinamento para garantir a eficácia, qualidade e uniformidade das equipes para o sucesso da continuidade do BIM e direcionamento dos futuros responsáveis BIM como a capacitação do BIM Manager da empresa);
4) Biblioteca BIM (desenvolvimento de uma biblioteca com os objetos e componentes paramétricos pré configurados para agilidade e uniformidade nos projetos e obras);
5) Projeto Piloto (importante para colocar em pratica o conhecimento adquirido e simular as possibilidades de cenários futuros, poderá ser projetos concluídos com foco na metodologia atual e mudança de cultura ou em projetos em andamento);
6) Interoperabilidade (troca entre diversos softwares BIM para facilitar a comunicação com projetistas BIM via IFC e BCF por exemplo e com a utilização de plataformas digitais de BIM denominados CDE)
7) Desenvolvimento de PEB e BIM MANDATE (Manuais de boas práticas e estratégias a serem adotadas em próximos empreendimentos);
É recomendável a contratação ou a implementação de um gestor BIM ou consultor BIM como nosso diretor/consultor Julio Cesar Farias, que irá coordenar e alinhar todas as múltiplas informações que o sistema BIM é capaz de fornecer para os funcionários, nesta fase é importante a capacitação como os treinamentos ofertados pela SPBIM por exemplo, na sequência recomendamos um Time BIM ou um BIM manager para dar continuidade/perpetuidade na manutenção do sistema implantado pelo consultor/coordenador BIM.
O próximo passo será necessário realizar a produção de templates BIM para auxiliar na agilidade e facilidade de implantação/implementação do BIM no escritório, a partir dessas informações compiladas, o escritório iniciara a jornada nos projetos pilotos para colocar em pratica o conhecimento adquirido.
BIM Manager / Fonte: SpBIM
Outra ressalva que escritórios de arquitetura tem na implementação BIM é a escala de seus projetos , tais escritórios consideram sua escala de projetos muito alta ou muito baixa para a implantação/implementação do BIM, e esse é um erro comum no ambiente profissional, estamos aqui para orientá-los, o modelo BIM pode ser implantado/implementado em todas as fases projetuais de todas as escalas de projeto, sendo utilizado tanto em projetos de interiores como em empreendimentos de grande porte, e trazendo benefícios para ambos, desde a modelagem, render e documentação.
Treinamento BIM semanal Fernandes Arquitetos com o consultor Julio Cesar Farias / Fonte: SPBIM
Diversas empresas consideram a migração para o sistema BIM mas não o fazem por questões financeiras e pelo seu investimento inicial, porém apesar de seu custo considerável, o sistema BIM trará uma economia enorme nos projetos e obras do escritório, como mostra o gráfico abaixo o processo BIM além de ter um custo menor do que os métodos tradicionais de projeto (CAD) em seu início em fases mais avançadas de projeto com o projeto executivo a execução e necessidade de quantitativos e custos de um empreendimento na plataforma BIM diminui consideravelmente o tempo de trabalhos repetitivos (demasiado) e com possibilidade de erro, isso se deve pelo fato de que revisões e processos executivos são extremamente mais rápidos no modelo BIM do que em processos tradicionais assim economizando tempo e dinheiro para a empresa o que acaba tornando a implementação BIM muito mais barata pensando no futuro da empresa. Recomendamos um pensamento de médio e longo prazo, isso está entre 6 meses a 1 ano dependendo do porte da empresa.
Fase de Projeto BIM / Fonte: SpBIM
Tendo em vista os pontos necessários para a implantação/implementação BIM em seu escritório de arquitetura vamos a análise de alguns estudos de caso realizados em pesquisas acadêmicas, nesses resultados podemos ver visualizar os benefícios da implantação/implementação do BIM mesmo após dificuldades de aprendizado, treinamento ou contratação de funcionários novos, as empresas ainda obtiveram muitos benefícios e um dos principais deles como mostra o gráfico abaixo sendo a redução do tempo de modificações, justamente o ponto onde a empresa economizou mais dinheiro implementando o BIM.
Agora temos em vista os passos, investimentos e resultados da implantação/implementação BIM em escritórios de arquitetura podemos observar que independente do trabalho ou do esforço inicial necessário a plataforma BIM se comprova dia após dia como o futuro da construção, arquitetura e engenharia civil não só pela sua agilidade, mas também pela sua economia de esforço e tempo.
Nós da SpBIM sempre fazemos a seguinte reflexão e pergunta aos nossos clientes e prospectos, como o BIM garante melhor qualidade de vida, projeto, redução de tempo entre diversos outros benefícios, inclusive atualmente incentivados pelo governo com a Estratégia BIM BR, o que você faria caso tivesse mais tempo e recurso disponível? Cada empresa e individuo terá as suas prioridades e respostas, é apenas um ponto de reflexão pois garantimos que o BIM já não é mais futuro, é presente e necessário. Caso tenha mais interesse em conteúdo como este, se inscreva na newsletter ou entre em contato com a SPBIM.
Com o aumento do uso das tecnologias BIM (Building Information Modelling), avaliar as competências dos profissionais que atuam com o assunto é essencial para que o mercado garanta a qualidade e eficiência de seus serviços e produtos. Para as empresas, certificações são formas de demonstrar sua preocupação com os processos e, para os profissionais e projetistas, um diferencial na busca por oportunidades em vagas de emprego e promoções na área. Atualmente, com a divulgação do Decreto de Implementação BIM no Brasil, tal assunto ganha mais notoriedade, com a divulgação cada vez maior de normas e recomendações nacionais e internacionais.
plano de execucao bim spbim sao paulo x
Dada a grande quantidade de agentes envolvidos na cadeia da construção civil, podemos destacar diferentes certificações BIM, conforme será apresentado adiante.
CERTIFICAÇÃO BIM PARA SOFTWARES
Existem inúmeros softwares (ferramentas) BIM, importantes para diferentes áreas de atuação, como edificações, urbanismo, infraestrutura, paisagismo, arquitetura, engenharia e interiores, por exemplo. Saber escolher qual software utilizar é importante para o projetista e a empresa, a fim de garantir os requisitos do cliente e compatibilização com os demais profissionais. Pensando nisso, a buildingSMART International, organização mundial que certifica se um aplicativo exporta e importa adequadamente o formato IFC, avalia os programas que garantem a interoperabilidade e o fluxo de trabalho BIM. Atualmente em 2021, existem dois tipos de Certificações IFC 2×3 e IFC4, para cada formato, seja importação ou exportação. A título de exemplo, o Revit LT e Full da Autodesk tem a certificação para Importar e Exportar o IFC 2×3. Em termos de normalização, a referência para esse processo de Certificação é a ISO 16739 – Industry Foundation Classes (IFC) for data sharing in the construction and facility management industries.
ISO 16739 – IFC / Fonte: SpBIM
CERTIFICAÇÃO BIM PARA EMPRESAS
Além de qualificar os softwares utilizados, as empresas buscam mostrar a qualidade de seus serviços prestados a partir de certificações específicas e próprias do setor. A experiência internacional mostra uma tendência do mercado em aderir a tais certificações. Por exemplo, o grupo BRE da Inglaterra emite certificados BIM para empresas projetistas e construtoras, seguindo processos de auditorias que visam verificar o nível de maturidade em BIM, além do atendimento às normas específicas do país como a PAS 1192-2:2013 e PAS 91:2013. Dessa forma, as empresas que integram a indústria de Arquitetura, Engenharia e Construção (AEC) poderão prestar serviços ao Governo Britânico, desde 2016 exige o emprego do BIM em obras públicas, tal qual o DECRETO BIM nº10.306 de 2020.
Exemplos semelhantes podem ser citados, como a experiência canadense da CanBIM e STROMA, também na Inglaterra.
CERTIFICAÇÃO BIM PARA PROFISSIONAIS
Do ponto de vista do profissional BIM, podemos agrupar diferentes categorias para a certificação, com destaque para: os conhecimentos e competências dos processos descritos na ISO 19650 – Gestão da Informação, o uso de softwares específicos que utilizam BIM, e por fim aquelas direcionadas aos agentes de educação, permitindo ao profissional ministrar aulas.
A ISO 19650 – Gestão da Informação possui processos e fluxos de trabalho que originaram certificações diversas, como as principais:
A figura do BIM Manager (Gerente BIM) surge nessa categoria de certificação profissional, muito importante na implantação de processos internamente nas empresas do setor AEC.
Fonte: SpBIM
Quanto a segunda categoria, que abrange a proficiência no uso de software BIM, podemos citar como exemplo aquelas da Autodesk, classificadas em dois tipos: Autodesk Certified User e Autodesk Certified Professional, são essenciais certificações dos softwares BIM como o Revit, Infraworks, Civil 3D, Navisworks, Formit, BIM360, Revit MEP. Existem outras certificações como centros autorizados certificados da Trimble proprietária do Sketchup e o Trimble Connect, onde a SPBIM faz parte atualmente como consultor e centro de treinamento autorizado. Outra empresa que possui outras certificações é a Graphisoft de BIM Manager e Archicad por exemplo.
Fonte: Autodesk
Por fim, a terceira categoria contempla as certificações que são direcionadas aos agentes de educação, habilitando o profissional para ministrar aulas de software BIM em Faculdades, Pós-Graduação, workshop e trabalhar em cursos especializados, como os oferecidos pela SPBIM.
CONCLUSÃO:
Nós da SpBIM acreditamos que as certificações BIM, já usadas em diversos países e por muitos profissionais e empresas, são de extrema importância para a competitividade e maturidade dos projetistas e corporações do Brasil. Entendemos que tanto os processos, como o uso de softwares, são fundamentais para a consolidação e formação de uma cultura baseada na tecnologia, integração, qualidade e eficiência.
O BIM (Building Information Modeling) apresenta tecnologias que permitem a construção no espaço virtual e possibilita maior integração dos projetos, eliminando retrabalhos, processos ineficientes e gastos desnecessários. Além disso, o BIM garante maior industrialização ao setor da construção civil e modernidade à área.
Visando tal industrialização do setor, desde 2018 o Brasil tem Implantado a Estratégia Nacional de Disseminação BIM, por meio do Decreto nº 9.377, de 17 de maio do mesmo ano. Dentre seus objetivos, podemos destacar:
Difusão do conceito BIM e seus benefícios;
Coordenação e estruturação de projetos do setor público para a adoção do BIM;
Condições favoráveis para o investimento em BIM;
Melhoria nas contratações e licitações públicas com o uso do BIM;
Desenvolvimento de normas técnicas como a NBR15.965, guias e protocolos específicos para a adoção do BIM;
Desenvolvimento de plataforma BIM e a Biblioteca Nacional BIM;
Estímulo ao desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias relacionadas ao BIM;
Incentivo a concorrência no mercado por meio de padrões neutros de interoperabilidade como o IFC.
IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA BIM BR
A sua implantação ocorrerá de forma gradual para que a cada ano as empresas se adaptem às novas tecnologias. Suas etapas serão divididas em três, podendo agrupar em BIM 3D, 4D, 5D, 6D e 7D.
2021 – BIM 3D:
– Exigência do BIM no desenvolvimento de projetos de construções novas ou de reformas (ampliações ou restauros) de Arquitetura e Engenharia referentes às disciplinas de: Estruturas e Instalações Prediais.
– Exigência do BIM na execução de projetos de arquitetura e engenharia e na gestão de obras, com destaque para orçamentação, o planejamento e o controle da execução de obras, além da atualização do modelo e de suas informações como construído (as built).
– Existem diferentes conceitos no BIM com relação ao BIM 6D, podemos destacar: Sustentabilidade e canteiro de Obras
BIM 7D:
– Exigência do BIM no gerenciamento e a manutenção do empreendimento após a sua construção. O Digital Twin será essencial neste ponto e a Nuvem de Pontos gerada por softwares de Laser Scanner.
Obrigatoriedades da Estratégia BIM / Fonte: SpBIM
BIM EM OBRAS PÚBLICAS
O uso das tecnologias BIM em obras públicas e processos de licitação garante inúmeras vantagens, com destaque para a redução de aditivos de contrato, o menor desperdício do dinheiro público, menos desgaste político dos gestores, maior transparência das licitações nas obras públicas e acompanhamento em tempo real do cronograma físico financeiro do andamento de cada etapa da obra. A democracia no BIM é um item imprescindível nesta etapa e durante a sua implantação BIM.
Ciclo de Vida BIM / Fonte: SpBIM
CONCLUSÃO
Nós da SpBIM acreditamos que a Estratégia BIM BR é essencial e necessária ao país e ao seu desenvolvimento no setor da construção civil. É importante a atualização do mercado para as novas tecnologias e processos que possam garantir maior qualidade de projetos e processos no setor da construção civil. A SpBIM apoia e contribui com a disseminação de conteúdo e conhecimento BIM, acreditamos que a Educação aliada a Politicas Publicas bem executadas junto ao BIM, ajudara a fomentar o mercado ao gerar empregos e oportunidades.
A preservação e manutenção de nossos edifícios dos patrimônios históricos são relevantes para a história e cultura de uma nação tão rica como o Brasil na construção civil, são edificações que marcaram uma época e foram de suma importância para o desenvolvimento arquitetônico de nossas cidades. Porém infelizmente muitos desses edifícios históricos se encontram em situações de conservação no mínimo ruins, além de muitos deles não se encontrarem sequer cadastrados em nosso sistema de patrimônio histórico, dentro de toda essa situação que o modelo BIM ou HBIM (Historic building information modelling) se encontra como uma ferramenta especialmente útil para o cadastro e conservação desses mesmos edifícios.
Teatro Municipal de São Paulo / Fonte: Wikipédia
Um dos primeiros processos dados para uma manutenção e possível restauração é o levantamento do maior número de informações sobre o edifício, informações sobre sua estrutura e danos sofridos durante os anos, esses levantamentos são utilizados para a criação de um mapa de danos (mapa onde se é demonstrado de modo gráfico as informações quantitativas e qualitativas de danos e degradação do edifício assim tornando mais fácil e possível de se realizar um plano de restauração).
Justamente nesses processos que a metodologia BIM seria extremamente útil, pela sua capacidade de quantificar e especificar os materiais o “I” do BIM sendo necessários para sua restauração, além de se ter um modelo 3D parametrizado ser extremamente útil no momento de explorar possibilidades de restauração do edifício. Nesse modelo diversos patrimônios históricos já foram restaurados utilizando o BIM tendo se provado uma ferramenta que economiza tempo e dinheiro para o estado , além de agilizar os processos da obra como é o caso do BIM 7D (Operação e Manutenção) por exemplo.
Mapa de Danos / Fonte: GIM International
Em outros processos dentro dos patrimônios históricos o BIM é muito útil como na simulação e clash detection e complicações na obra sendo possível com um programa como o Navisworks simular todos os processos da obra assim tornando ela mais segura e eficiente. Outro processo utilizado em patrimônios históricos é o Retrofit que seria a restauração e adequação de um edifício histórico com novas tecnologias com a finalidade de se ter uma nova utilização do mesmo, trazendo nova relevância para o patrimônio, dentro desse processo podemos utilizar uma Nuvem de Pontos, com equipamentos drones em áreas externas, o mapeamento de laser scanner em áreas internas como o matterport por exemplo, seria de suma importância para o processo, pois no Retrofit e em todos os outros processos de patrimônio histórico o registro e compilação de dados sobre o edifício é essencial para sua boa restauração e entendimento das possíveis intervenções no mesmo dentro desse levantamento é necessário uma análise da proposta de retrofit para constatar se ela é estruturalmente viável ou não, dentro dessa lógica o modelo BIM ajuda muito pela sua capacidade de processar e exibir em múltiplas vistas todas as informações coletadas, além de dentro de um software BIM ser possível analisar e simular todas as soluções estruturais propostas ao edifício facilitando na documentação e quantificação BIM.
Nuvem de Pontos / Fonte: BibLuz
No modelo BIM também é possível criar uma inteligência de dados onde projetistas e futuros restauradores do edifício podem ter informações como a durabilidade de um revestimento específico ou da restauração como um todo. Assim, tem-se um maior controle e planejamento sobre o patrimônio. Isso mostra que o modelo BIM é aplicável e muito útil em todas as etapas do projeto: desde o levantamento de dados, o projeto de restauração (retrofit), simulação de soluções estruturais , gerenciamento e planejamento de obras, gerenciamento de dados sobre futuras manutenções e representações gráficas de todas as informações obtidas por meio de levantamentos. Essas informações e funcionalidades se encontram em um só arquivo, o Modelo Federado, este tem a função de ser o repositório das informações e de compatibilizar todas as disciplinas auxiliando na revisão do projeto e aprovação, tornando todo o processo mais ágil e seguro. Neste ponto, será necessário pensar no CDE (Ambiente Comuns de Dados), este hospeda os modelos; é necessário também pensar na forma como serão armazenados o banco de dados em um repositório da cidade (GeoSampa, por exemplo); questões como um Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED); servidores na nuvem e não podemos ignorar a necessidade da integração com o Gêmeo Digital (Digital Twin), VDC (Virtual Design Construction), Smart City e a Internet das Coisas. Estes são assuntos que provavelmente serão discutidos no futuro pós-implantação BIM, porém é necessário sempre ter em mente o trabalho colaborativo e direcionado ao OPEN BIM.
Conclusão:
Os processos envolvendo um patrimônio histórico são extremamente complexos e requerem um nível enorme de atenção, planejamento e responsabilidade com os edifícios sendo restaurados pois se trata de nossa história como sociedade, sendo assim o modelo BIM trás inúmeras vantagens em todos os processos agilizando e tornando os mesmos mais seguros tanto para o patrimônio. O Decreto BIM Nº10.306 será um item muito relevante pensando na implantação BIM no Brasil visando desde o BIM 3D (Projetos) como o BIM 4D (Planejamento) e BIM 5D (Orçamento) e após a consolidação dessas dimensões a questão de operação e manutenção BIM 7D dos patrimônios, e isso vale para os patrimônios históricos por exemplo. Além de ser um ótimo serviço para se ter dados detalhados e atualizados sobre os estados de conservação e necessidade de manutenção, o modelo BIM nos ajudara a acelerar no sentido da restauração e conservação de todos os edifícios históricos presentes em nossas cidades que atualmente são largados e muitas vezes demolidos ou renovados.
Ao empreender o processo de seleção de um software BIM (Building Information Modeling) para suprir suas necessidades de projeto e construção, é imperativo considerar criteriosamente uma série de elementos a fim de garantir uma escolha adequada. Neste guia, apresentamos os critérios para escolher o software BIM que permitirão embasar uma decisão informada, a fim de otimizar a utilização dos recursos e benefícios inerentes a um software BIM. Com enfoque na excelência e na maximização do potencial do seu empreendimento, este guia fornecerá diretrizes fundamentais para a escolha do software ideal. Prepare-se para descobrir um novo nível de eficiência, colaboração e aproveitamento máximo dos recursos e benefícios que um software BIM pode oferecer. Está pronto para essa transformação digital? Então, vamos começar!
Fonte: SpBIM
1- FUNCIONALIDADES E RECURSOS ABRANGENTES
Ao escolher um software BIM, é essencial considerar a amplitude e a qualidade de suas funcionalidades e recursos. Existem critérios que podem orientar essa avaliação e ajudar na tomada de decisão.
Primeiramente, é importante verificar se o software oferece recursos avançados de modelagem 3D. Isso inclui a capacidade de criar e manipular elementos tridimensionais de forma precisa e detalhada. Um software BIM eficiente deve permitir a criação de modelos realistas, que representem fielmente os componentes e a geometria do projeto. Além disso, a capacidade de visualizar o modelo em diferentes perspectivas e ângulos, bem como de aplicar texturas e materiais, contribui para uma representação visual aprimorada.
2 – USABILIDADE INTUITIVA
Quando se trata da escolha de um software BIM, a usabilidade intuitiva é um critério essencial a ser considerado. Um software com uma interface intuitiva e de fácil utilização permite que os usuários explorem e aproveitem ao máximo suas funcionalidades, sem a necessidade de um longo período de aprendizado. A curva de aprendizado suave e uma navegação intuitiva contribuem para a produtividade da equipe, reduzindo o tempo gasto na realização de tarefas cotidianas.
Além da interface, a disponibilidade de recursos de ajuda e suporte também é crucial para uma boa usabilidade. Um bom software BIM deve fornecer documentação detalhada, tutoriais em vídeo, exemplos de projetos e uma comunidade de usuários ativa, onde os profissionais possam compartilhar conhecimentos e obter suporte quando necessário. Esses recursos facilitam a compreensão e a aplicação do software, especialmente para novos usuários e equipes em processo de transição.
A adaptabilidade do software às necessidades específicas da equipe ou empresa também é um aspecto relevante em termos de usabilidade. Um software BIM flexível permite personalizar e configurar suas ferramentas e funcionalidades de acordo com as demandas e fluxos de trabalho específicos do projeto. A capacidade de adaptar o software às necessidades individuais e aproveitar ao máximo suas capacidades contribui para um uso mais eficiente e eficaz.
Em resumo, ao selecionar um software BIM, é importante considerar a usabilidade intuitiva como um critério chave. Uma interface amigável, recursos de ajuda e suporte adequados e a adaptabilidade do software às necessidades específicas da equipe são aspectos cruciais para facilitar a adoção e o uso efetivo do software. Ao escolher um software BIM com boa usabilidade, você estará investindo em uma ferramenta que promove a eficiência, a colaboração e a produtividade da equipe em todas as etapas do projeto.
3 – COLABORAÇÃO EFICIENTE
A colaboração eficiente é um aspecto fundamental na escolha de um software BIM. Um bom software deve oferecer recursos que facilitem a comunicação e a colaboração entre os membros da equipe, permitindo que trabalhem de forma integrada e sincronizada. A capacidade de compartilhar informações e atualizações em tempo real é essencial para otimizar o fluxo de trabalho e evitar retrabalhos.
Uma funcionalidade importante nesse contexto é a capacidade de permitir o acesso simultâneo ao modelo por vários usuários. Isso possibilita que diferentes profissionais trabalhem no mesmo projeto de forma colaborativa, realizando alterações, adicionando informações e visualizando as atualizações em tempo real. Dessa forma, é possível evitar atrasos e conflitos causados por versões desatualizadas do modelo.
Além disso, o software BIM deve oferecer recursos de compartilhamento de arquivos e comunicação integrada, como comentários, marcações e registro de alterações. Isso permite que os membros da equipe interajam e colaborem de maneira eficiente, facilitando a troca de informações e a resolução de problemas em tempo real. Uma comunicação fluida e centralizada é essencial para manter todos os envolvidos no projeto alinhados e atualizados.
Em suma, ao escolher um software BIM, é essencial considerar sua capacidade de promover a colaboração eficiente. Recursos que permitam o acesso simultâneo ao modelo, compartilhamento de arquivos, comunicação integrada e integração com outras ferramentas são aspectos cruciais para otimizar a colaboração entre os membros da equipe e melhorar a eficiência geral do projeto. A escolha de um software que facilite a colaboração eficiente contribuirá para um trabalho integrado e uma entrega bem-sucedida do empreendimento.
4 – INTEROPERABILIDADE COM OUTROS SOFTWARES
A interoperabilidade com outros softwares é um dos principais critérios para escolher o software BIM a ser considerado. A capacidade de integrar-se de forma eficiente com outras ferramentas utilizadas na indústria da construção permite a troca de informações e dados de maneira fluida e sem perdas. Isso é especialmente importante considerando a diversidade de softwares e disciplinas envolvidas em um projeto.
Um bom software BIM deve ser capaz de importar e exportar arquivos em formatos compatíveis com outros softwares amplamente utilizados, como CAD (Computer-Aided Design), software de análise estrutural, simulação energética, planejamento e gerenciamento de projetos. A interoperabilidade efetiva garante que os dados do modelo BIM possam ser compartilhados e utilizados por outros profissionais e sistemas ao longo do ciclo de vida do projeto.
Além disso, é importante verificar se o software BIM possui recursos e ferramentas de integração específicos para os softwares mais relevantes do setor. Por exemplo, uma integração perfeita com softwares de modelagem 3D populares ou plataformas de gerenciamento de documentos pode melhorar significativamente a eficiência e a produtividade do fluxo de trabalho.
Outro aspecto relevante é a capacidade do software BIM de trabalhar com padrões e normas da indústria. Isso inclui suporte para formatos de arquivos abertos e padronizados, como IFC (Industry Foundation Classes), que promovem a interoperabilidade entre diferentes softwares e disciplinas. Um software que adere a esses padrões demonstra um compromisso com a colaboração e a comunicação efetiva entre todos os envolvidos no projeto.
Em resumo, a interoperabilidade com outros softwares é um critério essencial na escolha de um software BIM. A capacidade de importar e exportar arquivos em formatos compatíveis, a integração com softwares relevantes do setor e o suporte a padrões e normas da indústria garantem uma troca eficiente de informações e dados ao longo do ciclo de vida do projeto. Escolher um software BIM com boa interoperabilidade contribui para uma colaboração mais eficiente e uma integração mais harmoniosa entre diferentes sistemas e disciplinas envolvidas na construção.
5 – SUPORTE E TREINAMENTO ESPECIALIZADO
A disponibilidade de suporte técnico confiável e acessível é fundamental para garantir uma experiência tranquila durante a implementação e o uso contínuo do software. Isso inclui a capacidade de entrar em contato com a equipe de suporte para solucionar problemas técnicos, esclarecer dúvidas e receber orientações específicas.
Além do suporte técnico, é importante verificar se o fornecedor do software oferece treinamento especializado. Isso pode ser na forma de cursos presenciais, treinamento online ou materiais de aprendizagem, como tutoriais e documentação detalhada. Um treinamento abrangente e adequado às necessidades da equipe ajuda os usuários a compreenderem as funcionalidades do software, a explorar seu potencial máximo e a aproveitar os benefícios do BIM de forma eficaz.
A qualidade do suporte e treinamento também deve ser avaliada com base na expertise e conhecimento dos profissionais envolvidos. Certifique-se de que o fornecedor do software possui uma equipe qualificada e experiente, capaz de fornecer suporte técnico e orientação especializada. Isso inclui profissionais com conhecimentos avançados em BIM e que compreendam as particularidades do setor da construção, proporcionando um suporte e treinamento eficazes e personalizados.
Em resumo, ao escolher um software BIM, é essencial considerar a disponibilidade de suporte técnico confiável e treinamento especializado. Um bom suporte garante que a equipe tenha acesso à assistência necessária quando enfrentar desafios técnicos, enquanto um treinamento adequado capacita os usuários a utilizar o software de forma eficiente. Certificar-se de que o fornecedor possui uma equipe qualificada e experiente contribui para uma experiência satisfatória e ajuda a aproveitar ao máximo os recursos do software BIM.
6 – ESCABILIDADE E DESEMPENHO
Dentro dos critérios para escolher o software BIM (REVIT ou ARCHICAD), a capacidade do software de lidar com projetos de diferentes tamanhos e complexidades é essencial para atender às necessidades em constante evolução de uma empresa é muito importante para garantir que o software seja capaz de lidar com projetos maiores, sem comprometer o desempenho e a velocidade de processamento. Isso inclui a capacidade de manipular modelos BIM complexos sem atrasos significativos ou falhas frequentes.
A escalabilidade também está relacionada à capacidade de expansão do software. Conforme a empresa cresce e os projetos se tornam mais complexos, é importante que o software BIM possa acomodar novas demandas e requisitos adicionais. Isso pode envolver recursos como a adição de licenças de usuário, a integração com outras ferramentas ou a expansão de funcionalidades para atender às necessidades específicas da empresa.
Além disso, o desempenho do software é um fator crítico para a eficiência e produtividade da equipe. Um bom software BIM deve ter um desempenho rápido e estável, permitindo que os usuários realizem tarefas de forma ágil e sem interrupções. Isso inclui a capacidade de renderizar visualizações em tempo real, executar análises complexas e gerar relatórios sem demoras significativas. Um desempenho robusto contribui para um fluxo de trabalho fluido, permitindo que a equipe trabalhe de forma eficiente e cumpra prazos de projeto.
7 – REPUTAÇÃO DO FORNECEDOR
É importante pesquisar e avaliar a reputação do fornecedor no mercado da construção. Um fornecedor bem estabelecido e respeitado tende a oferecer um software BIM de qualidade, confiável e suporte consistente ao longo do tempo. Verifique a experiência do fornecedor no desenvolvimento e suporte de soluções BIM, bem como sua presença no mercado e o feedback de clientes existentes.
Além disso, é útil considerar o histórico do fornecedor em termos de atualizações e melhorias contínuas do software. Um fornecedor comprometido com o aprimoramento do produto indica que eles estão atentos às necessidades do mercado e dispostos a investir na evolução do software para atender às demandas em constante mudança da indústria. Verifique se o fornecedor lança atualizações regulares, introduz novos recursos e oferece suporte técnico contínuo para garantir que o software se mantenha atualizado e relevante ao longo do tempo.
Outro aspecto importante é verificar a base de clientes do fornecedor e procurar referências de outras empresas que utilizam o software BIM em questão. Observe se existem casos de sucesso e depoimentos de clientes satisfeitos que destacam os benefícios e a eficácia do software. A opinião de outras empresas e profissionais da área pode fornecer uma visão valiosa sobre a reputação do fornecedor e a qualidade do software BIM.
8 – VALOR
É essencial avaliar o custo inicial do software, incluindo licenças e taxas de implementação. É importante verificar se o investimento inicial é viável dentro do orçamento da empresa. Além disso, é necessário considerar se o software possui opções flexíveis de licenciamento, como licenças perpétuas ou por assinatura, para adequar-se às necessidades e capacidades financeiras da empresa.
Além do custo inicial, é crucial considerar os custos contínuos associados ao software BIM. Isso inclui taxas de manutenção, atualizações e suporte técnico. Verifique se esses custos são acessíveis e se estão alinhados com o valor e a qualidade do suporte oferecido pelo fornecedor. É importante considerar o custo total de propriedade a longo prazo, levando em conta não apenas o custo inicial, mas também os custos recorrentes envolvidos no uso contínuo do software.
Outro aspecto relevante referente aos critérios para escolher o software BIM é comparar o valor do software BIM com os benefícios que ele oferece. Avalie se o software atende às suas necessidades específicas de projeto e se os recursos e funcionalidades fornecidos justificam o investimento. Considere os ganhos de eficiência, produtividade e qualidade que o software pode proporcionar em relação ao seu custo. É importante buscar um equilíbrio entre o valor percebido e o custo do software, para garantir que a escolha seja financeiramente sustentável e traga benefícios tangíveis para a empresa.
9 – CONFORMIDADE COM PADRÕES E NORMAS
É importante verificar se o software está em conformidade com os padrões e normas da indústria da construção, como o formato IFC (Industry Foundation Classes). A adesão a esses padrões promove a interoperabilidade entre diferentes softwares e disciplinas, permitindo a troca eficiente de informações e dados ao longo do ciclo de vida do projeto.
Além disso, é necessário avaliar se o software BIM segue as diretrizes estabelecidas por órgãos reguladores e agências governamentais. Dependendo do país ou região, podem existir requisitos específicos relacionados à segurança, acessibilidade, sustentabilidade e outros aspectos relevantes para a construção. Garantir que o software esteja em conformidade com essas regulamentações é essencial para garantir a conformidade legal e evitar problemas futuros.
Outro aspecto importante é considerar se o software BIM oferece recursos e ferramentas que facilitam a conformidade com os padrões e normas. Isso pode incluir recursos de verificação de regras e detecção automática de problemas de conformidade, bem como a capacidade de gerar relatórios e documentação conforme as exigências regulatórias. Ter um software que facilite a conformidade simplifica o processo de adesão aos padrões e normas, economizando tempo e minimizando erros durante a realização dos projetos.
10 – FEEDBACK DA COMUNIDADE DE USUÁRIOS
O feedback da comunidade de usuários é um dos critérios para escolher o software BIM, a opinião e experiência de outros profissionais da indústria da construção que utilizam o software podem fornecer insights importantes sobre sua qualidade, usabilidade e desempenho. Verificar fóruns, grupos de discussão e redes sociais especializados em BIM é uma ótima maneira de obter informações de primeira mão sobre as experiências dos usuários.
Avaliar o feedback da comunidade de usuários pode ajudar a identificar pontos fortes e fracos do software BIM em consideração. Os relatos de outros usuários podem revelar aspectos como a estabilidade do software, a eficiência das ferramentas, a capacidade de resolver problemas complexos, a qualidade do suporte técnico e a disponibilidade de recursos de aprendizagem. Essas informações são valiosas para tomar uma decisão informada sobre qual software melhor atende às necessidades específicas do projeto e da equipe.
Além disso, o feedback da comunidade de usuários também pode fornecer insights sobre a evolução do software ao longo do tempo. Observar como o fornecedor responde às necessidades e demandas dos usuários, lançando atualizações e melhorias, pode indicar seu comprometimento em fornecer um produto de alta qualidade e em atender às expectativas do mercado.
HARDWARE NECESSÁRIO
Muitas empresas criadoras de softwares, indicam configurações básicas para a sua utilização, porém essas configurações de hardware são propostas para um uso limitado dos softwares, pois quando é proposto um uso em projetos maiores ou com um grau de detalhamento maior (LOD), as configurações propostas podem não ser suficientes para esse tipo de uso. Evidentemente que itens como: escala de trabalho, nicho de atuação, renderização, modelagem, documentação e financeiro serão relevantes para uma tomada de decisão mais precisa, onde geralmente fazemos uma orientação com um T.I especializado da SPBIM e consultoria.
Dessa forma, nós da SPBIM, nos propusemos a fornecer algumas recomendações de configurações que possam ser utilizadas no dia a dia de um usuário avançado de softwares BIM.
Modelagem de Alta Performance:
Fonte de alimentação: One Power 500W
Cooler: Watercooler Corsair Hydro Series High Perfomance H45
Placa de Video: Gigabyte NVIDIA GeForce GTX 1660 Super 6Gb
Gabinete: NOX PAX
Placa Mãe: ASRock A320M-HD, AMD, AM4, MATX, DDR4
Processador: AMD Ryzen 7 3800x OU Intel Core i7-9700K
Armazenamento programas: SSD Adata XPG Gammix S11 Pro 512Gb
Armazenamento arquivos: SSHD Seagate SATA 3,5´ Híbrido (8GB SSD) 1TB 7200RPM 64MB Cache Sata 6Gb/s – ST1000DX001
Além das recomendações anteriores, nós da SPBIM possuímos um curso de TI voltado para Arquitetos, Designers e Engenheiros, para os usuários que estejam interessados em aprender como reconhecer suas necessidades e como poder montar sua própria máquina. Também contamos com um serviço de montagem de máquinas voltada para empresas que trabalham com softwares de alta performance e, em breve, o nosso site contará com uma Calculadora de Hardware BIM, onde o usuário poderá preencher um questionário e dessa forma saber quais serçao as especificações de hardware que suprem suas necessidades.
CONCLUSÃO
Os critérios para escolher o software BIM a serem analisados para escolha são: funcionalidades, usabilidade, colaboração, interoperabilidade, suporte, escalabilidade, reputação do fornecedor, custo, compatibilidade com padrões e feedback da comunidade. Ao levar em conta esses critérios, você estará bem equipado para selecionar um software BIM que atenda às suas necessidades específicas e aprimore o processo de projeto e construção em sua organização.
Este artigo foi escrito com base nessas referências: – Artigo do site Espaço Quatre escrito pela Professora e Mestra Sandra Albino Ribeiro – Caderno técnico ASBEA-RS – Guia ASBEA – Fasciculo I – Guia ASBEA – Fasciculo II – Manual de BIM (GUIA BIM) – Caderno BIM (Governo de Santa Catarina)